segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

A verdade do traidor

LAURA CAPRIGLIONE

À esq., José Raimundo da Costa, o Moisés, morto pela ditadura após informações de Anselmo (ao microfone)
À esq., José Raimundo da Costa, o Moisés, morto pela
 ditadura após informações de Anselmo (ao microfone)
No dia 7 de maio de 2008, a então ministra da Casa Civil do governo Lula, Dilma Rousseff, foi confrontada pelo senador José Agripino Maia (DEM-RN) em audiência no Senado. Para sugerir que ela mentia a respeito de um dossiê secreto sobre desafetos do petismo, produzido no seio do governo federal, Maia argumentou que a ministra, ex-guerrilheira, já havia faltado com a verdade antes, ao ser presa pela ditadura militar.


Dilma lembrou que tinha então 19 anos, ficou três anos na cadeia e foi "barbaramente" torturada. "Qualquer pessoa que ousar dizer a verdade para interrogadores compromete a vida de seus iguais, entrega pessoas para serem mortas", prosseguiu. "Eu me orgulho muito de ter mentido, porque mentir na tortura não é fácil. Agora, na democracia, se fala a verdade."


Vinte e seis anos após o fim da ditadura, quando o Brasil se prepara para instaurar sua Comissão da Verdade, destinada a apurar violações de direitos humanos cometidas pelo Estado naquele período, é revelador ler relatórios, detalhados e coloridos, em bom português e com estilo quase jornalístico, de alguém que resolveu (e orgulha-se disso) "falar a verdade" nos anos de chumbo.



A Folha teve acesso a quase uma centena de documentos daquele período sobre o ex-marinheiro José Anselmo dos Santos, o cabo Anselmo -vários escritos por ele mesmo-, que entrou para a história como o mais famoso dos "cachorros", como eram chamados os militantes de esquerda que passavam a atuar como espiões para os órgãos de segurança.

Os relatórios foram coligidos pela Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos, entidade que tenta resgatar a memória do período de 1964 a 85, quando sucessivos governos militares assenhoraram-se do poder no Brasil. Saídos dos arquivos da repressão, de órgãos como o Departamento de Ordem Política e Social de São Paulo (Dops) e os centros de informações do Exército (CIE) e da Marinha (Cenimar), são instantâneos dramáticos da história enquanto ela era escrita.


O CARA Bom de discurso, carismático, Anselmo foi "o cara" nos tempos irados que marcaram o fim do governo João Goulart (1961-64). Era então presidente da Associação de Marinheiros e Fuzileiros Navais do Brasil. Depois, ainda envolto na aura mística de líder sindical de massas, virou guerrilheiro quando parte da esquerda nativa embarcou no sonho heavy metal de derrubar a ditadura pela via das armas. Preso, em 1971, Anselmo -que nunca chegou a cabo, mas recebeu a alcunha por um mal-entendido com suas insígnias militares- tornou-se um traidor.


Chegou a se vangloriar de ter fornecido à repressão informações que levaram à morte 200 militantes. Seguro é que as delações de Anselmo permitiram à polícia liquidar pelo menos 11 "inimigos do regime", entre os quais sua própria mulher, a "sensível", "loira", "esguia", "de olhos azuis", "simpática" e poeta (assim designada por ele mesmo, qual namorado apaixonado) Soledad Barrett Viedma, então com 28 anos, grávida de um filho seu, gestação de quatro meses.


Os documentos sobre ele, reunidos em pesquisa capitaneada pelo ex-guerrilheiro e ex-preso político Ivan Seixas, membro da Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos, estão repletos de descrições como essas, numa pilha de 20 centímetros de altura.


Todos produzidos em máquinas de escrever, nenhum manuscrito, vários papéis contêm o testemunho do próprio cabo Anselmo no ato da delação, ainda sem se preocupar com o acerto de contas com a história (hoje, aos 69 anos, Anselmo diz que lutava "para salvar o Brasil do comunismo"). Como método, o detalhe e a precisão.

NAMORADA O destinatário dos textos caprichosamente datilografados era o delegado Sérgio Paranhos Fleury (1933-79), do Dops de São Paulo, notório torturador de presos políticos, o mais bem-sucedido caçador de inimigos do regime -foi ele quem montou a operação que liquidou Carlos Marighella (1911-69), um dos principais ideólogos da luta armada.

A ele Anselmo entregou um relato biográfico sobre Soledad, codinome Lurdes del Sol, sua namorada, no texto com o sugestivo título de "Relatório de Paquera", de novembro-dezembro de 1971.


"Lurdes (del Sol) é filha de um chefão do PC paraguaio", ele escreveu. "Desde a infância fazia trabalhos de militância. Passou à Argentina, viveu no Uruguai e depois, por volta de 1965/66, viajou a Moscou, onde cursou marxismo-leninismo como bolsista da Universidade Patrice Lumumba. Enjoou dos russos, separou-se do pai, que, segundo disse, colocou a polícia em sua pista por militar na Argentina e ser contrária à linha do Partido a que ele pertencia."


Anselmo contou ainda que, em 1967, a moça encontrou os cinco irmãos, "na Alemanha ou na Argentina", e eles lhe propuseram que fossem juntos a Cuba treinar guerrilhas. Lá, ela conheceu o brasileiro José Maria Ferreira de Araújo, o Ariboia, também militante da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR).


"Casaram-se, enfrentando todas as pressões cubanas em contrário. Cada irmão pertence a uma das facções do PC paraguaio. E ela agora é uma simpática aventureira, ligada emocionalmente à VPR. Seu fim: servir à 'Revolução'. 'Revolução' indefinida, contra o imperialismo ianque e soviético, contra Cuba, contra os PCs tradicionais, ao lado das guerrilhas. Anarquismo total para o mês que vem."


Segue o relato de Anselmo para Fleury: "Lurdes está treinada para o trabalho de cidade, conhece explosivos e fala português, russo e espanhol, além de guarani. É loura, esguia, olhos azuis, aproximadamente 1,80 m. Escreve poesias revolucionárias que nunca publicou. É extremamente sensível. Estou muito ligado afetivamente a ela. Mais, no entanto, prezo o que estou reconquistando. Caso seja possível, caso seja possível desejar, que sua solução final fosse a expulsão do Brasil, ou pelo menos, não fosse extrema".

O que estava "reconquistando" o traidor que não sabia nem se tinha direito a desejar algo? Ele não diz. Fleury massacraria Soledad dois anos depois, em emboscada armada pelo próprio Anselmo na cidade de Paulista (PE), na qual foram mortos seis membros da VPR.


CONFIDENCIAL Anselmo ensinou à repressão tudo o que havia aprendido em Cuba, transformada na época em polo exportador de revolução. Provém dele boa parte das informações contidas no relatório do Centro de Informações do Exército de 13 de novembro de 1973, em que se arrolam os nomes de 204 esquerdistas que fizeram cursos de guerrilha na ilha de Fidel Castro.


O "relatório confidencial" distribuído aos departamentos da repressão parece à primeira vista a lista de matrícula de uma faculdade. Linha por linha, lê-se o nome real de cada militante, os codinomes que usava, as organizações a que era ligado, os cursos que fez em Cuba. Esses podiam ser de armamento, fotografia, imprensa, enfermagem, inteligência, instruções revolucionárias, explosivos.


Constam entre os "alunos" dessa "Universidade da Guerrilha", segundo o CIE, o hoje militante do PV Fernando Gabeira, o petista Carlos Minc e os ex-ministros José Dirceu e Franklin Martins.


Anselmo escreve a Fleury que foi enviado a Cuba por uma organização criada por Leonel Brizola no seu exílio uruguaio, o MNR ou Morena (Movimento Revolucionário Nacionalista, às vezes apresentado como Movimento Nacionalista Revolucionário), para "aprender as táticas de guerrilha". Brizola levou a sério (por pouco tempo, é verdade) a hipótese de uma reação armada à ditadura militar.


Em outro relatório para a polícia, sem nome ou data, Anselmo contou como fez a viagem a Cuba, em típico enredo de livro de espionagem (gênero literário pelo qual, aliás, ele confessa sua admiração). "Em fevereiro de 1967, após receber um passaporte e os necessários meios financeiros, roteiro de viagem, o dia e a companhia aérea que devia usar, [com Evaldo, ex-marinheiro] segui de navio para a Argentina. [Lá], compramos passagem pela Air France para Paris, onde nos esperava Max da Costa Santos, que nos orientou a viajar para a Tchecoslováquia. Devolvemos os passaportes e viajamos pela companhia Cubana de Aviación para Cuba com papéis que nos foram dados pela embaixada cubana."


Sobre a experiência em Cuba, onde permaneceu até setembro de 1970, Anselmo relata: "Instrutores militares ensinaram-nos a atirar, limpar armas e tática guerrilheira, práticas de defesa de acampamentos, confecção de armadilhas, trabalho com explosivos, confecção de minas, identificação de sons, cálculo de distâncias, orientação, codificação de mensagens".


Ele aprendeu ainda a escrever com tinta invisível (com urina, no verso de cartas falsas: bastava expor a mensagem a uma fonte de calor, como um ferro elétrico ou uma lâmpada, e a urina escurecia, permitindo a visualização do recado secreto), a enviar textos em fotogramas de filmes analógicos não revelados (se o militante fosse pego, bastaria abrir o filme; a exposição ao sol apagaria a mensagem) e a programar pontos de encontro entre militantes com senhas e contrassenhas, de modo a lhes garantir a segurança.
Rotina dura, segundo Anselmo. "Recebemos fardamento, armas e mochilas do Exército cubano e fomos levados à região central de Las Villas, para três meses de treinamento de guerrilha. Além dos brasileiros, havia no grupo cinco uruguaios. Depois da primeira semana, começaram as desistências por enfermidade, indisciplina (com os pés rachados, alguns se recusaram a caminhar). Foram separados. Ficariam num quartel até que os cubanos e as organizações que os haviam mandado ali decidissem o que fazer."
'RECESSO' Segundo o relatório, a intensidade do treinamento e a rigidez dos instrutores fizeram com que se deteriorasse a "unidade do grupo". "Só restava um uruguaio. Entre os brasileiros havia desistências. Em outubro [de 1967], soubemos da queda de Che Guevara. O treinamento entrou em franco recesso. Não havia mais o interesse anterior. [...] Pouco depois, entrei em choque com o encarregado do treinamento. Fui isolado num quartel até fins de janeiro."

Houve mais problemas entre Anselmo e os cubanos. Ele diz que pediu para trabalhar e estudar. "Não nos foi permitido, não tínhamos nenhum documento e nem por iniciativa própria poderíamos fazer alguma coisa para sair da condição de parasitas."

Em setembro de 1970, finalmente, Anselmo conseguiu voltar ao Brasil. "Trazia uma mensagem cifrada de apresentação para Carlos Lamarca [dirigente máximo da VPR, que havia desertado do Exército em 1969], e ele deveria dar-me tarefas para desempenhar, explicar o funcionamento da organização. Trazia também filmes com esquemas para a construção de armas. Depois de Praga, deveria seguir para Milão, Itália. De Milão para Genebra, onde compraria uma passagem no voo da Swissair até São Paulo."

Anselmo, que também usava os codinomes Augusto, Daniel, Paulo, Renato e Sérgio, entre outros, foi preso menos de um ano depois, justamente quando as organizações de esquerda acumulavam uma sucessão de baixas em seus quadros. Para continuar o assédio contra o governo militar, começaram a trazer de volta militantes que estavam fora do país, como banidos ou exilados -a maior parte proveniente do Chile ou de Cuba.

A resposta da repressão foi condenar à morte, extrajudicialmente, quem voltava. Segundo o jornalista Elio Gaspari, em "A Ditadura Escancarada" (Companhia das Letras, 2002), "a sentença de morte contra os banidos autodocumenta-se. Entre 1971 e 1973, foram capturados dez. Nenhum sobreviveu".
Anselmo revelou ao delegado Fleury as senhas que os militantes da VPR que voltavam ao Brasil usariam para apresentar-se e incorporar-se a sua organização.

"Em Recife, a partir de janeiro: Restaurante Maxim, praia do Pina, todas as sextas-feiras, às 11h. O que recebe estará na varanda, apoiando-se com o punho fechado numa das colunas de sustentação, olhando o mar. Quem entra pergunta: 'Será que tem galinha ao molho pardo hoje?' A contrassenha do que recebe será: 'Tem peixada'". Bastava à polícia, de posse das senhas e contrassenhas, comparecer ao ponto de encontro, para fazer a colheita de informações.


JUDAS Se encarnou o Judas da esquerda brasileira, Anselmo foi só o mais notório a mudar de lado. Segundo Ivan Seixas, da Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos, são conhecidas as identidades de 26 "cachorros". "Quem fez esse tipo de acordo não tem caminho de volta. Já fez o inaceitável. O problema é conseguir se olhar no espelho. A maior parte deles se tornou alcoólatra", diz.
Os "cachorros" representavam uma ferida de morte num princípio básico da luta guerrilheira: a absoluta confiança que deveria existir entre seus membros. No "Minimanual do Guerrilheiro Urbano", escrito por Carlos Marighella em junho de 1969, espécie de bíblia dos grupos da luta armada, lê-se: "O pior inimigo da guerrilha e o maior perigo que corremos é a infiltração em nossa organização de um espião ou um informante. O espião apreendido dentro de nossa organização será castigado com a morte. O mesmo vale para o que deserta e informa a polícia".

Já no final de 1971, Anselmo avisava à equipe de Fleury de que sua atividade como espião havia sido descoberta: "Num informe chegado do Rio, constava, com todas as letras: 'O cabo Anselmo se entregou à repressão'". Quem passou a informação foi uma militante, Olga (Inês Etienne Romeu, dirigente da VPR), que, presa, ouviu dois agentes comentando o assunto.


Torturada, estuprada, "quase morta de pancada" segundo o próprio "cachorro", Olga foi enviada a um hospital. De lá, conseguiu mandar a mensagem da traição de Anselmo ao comando da sua organização. Mas o comandante da VPR no Chile, Onofre Pinto, de origem militar como Anselmo, não lhe deu ouvidos.


No longo período em que atuou como infiltrado, Anselmo chegou a fazer viagens internacionais para encontrar Onofre Pinto, para recolher fundos que financiassem as ações armadas e, enfim, conhecer detalhes da organização no Chile. Na época, o Chile era uma espécie de Meca da esquerda, governada pelo socialista Salvador Allende, depois deposto por Augusto Pinochet. Mesmo relativamente livre, leve e solto, Anselmo nunca tentou desaparecer, fugir de seu papel de delator.


"Sem Anselmo e outros tantos informantes, os comunistas teriam tomado o poder. Ele traiu os companheiros, mas não traiu a pátria", costuma dizer o policial Carlos Alberto Augusto, 68, o Carlinhos Metralha, assim denominado porque, mesmo no Dops, onde trabalhava, andava sempre com uma metralhadora pendurada no ombro.

'A FONTE' Em 8 de janeiro de 1973, na mesma ação em que foi assassinada Soledad, morreram os militantes Pauline Reichstul, Eudaldo Gomes da Silva, Jarbas Pereira Marques, José Manoel da Silva e Evaldo Luiz Ferreira.


Relatórios dos ministérios da Marinha e da Aeronáutica atestam que os seis foram mortos "ao reagir a tiros à ordem de prisão dada pelos agentes de segurança", a explicação padrão até hoje usada em casos de execução. Anselmo diz que não participou diretamente do massacre porque já tinha sido retirado da área por Augusto.

Seis meses depois, o Dops distribuiu para toda a chamada "Comunidade de Informações" o informe 25-B/73, assinado por "A Fonte". Assunto: a situação no Chile. Como prova de que a atividade de alcaguete continuava firme e forte, era o relatório de um infiltrado da polícia que participou do "Tribunal Revolucionário" realizado em Santiago, Chile, para julgar o cabo Anselmo e Fleury, entre outros.
"O resultado do julgamento do Tribunal Revolucionário, que reuniu ALN, PCBR, VAR-Palmares, VPR e MR-8 [siglas de organizações da esquerda armada], foi a condenação à morte do delegado Fleury e do ex-cabo Anselmo", contou o informante.

A VPR, principal acusadora no "tribunal", leu um informe em que chamava Anselmo de "traidor da luta popular a serviço da ditadura fascista". Segundo o infiltrado, a VPR afirmava que o cabo "foi preso em São Paulo em junho de 1971 e a partir daí renegou todo o seu passado de lutas e começou a prestar serviços para a ditadura".

Era tarde demais. Sem braços, sem organização, sem armas, sem dinheiro, os grupamentos armados não conseguiram levar a cabo as execuções. Fleury morreu em 1979, em episódio mal explicado -por suposto afogamento, e o corpo foi sepultado sem ter sido necropsiado-, mas nunca reivindicado por qualquer grupo daqueles.


Anselmo, bem, depois de mudar de rosto em uma cirurgia plástica realizada numa madrugada de 1973 no hospital Albert Einstein, reapareceu aqui e ali, em poucas e ruidosas entrevistas, a última das quais ao programa "Roda Viva" da TV Cultura, em 17 de outubro.


Ele reclama da solidão e do não reconhecimento, por parte da história, de seus serviços. Que fazer? Ainda que agrade a traição, ao traidor tem-se aversão, sabe-se. "Até dentro da comunidade de informações, eu percebia, você percebe, né?, que algumas pessoas [me] desprezavam: 'Pô, esse filho da mãe aí traiu todo mundo, entregou tudo, vira-casaca', ou coisa parecida", disse Anselmo ao repórter Percival de Souza, em relato reproduzido no livro "Eu, Cabo Anselmo" (Globo, 1999). "Arrependimento? Não tenho. Absolutamente, nenhum", repete sempre.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Semana da Pessoa com Deficiência

Bom Dia!

bom dia - Recados e Imagens (3408)

Mateus da Rocha: caixa d'água decente

Definitivamente a globalização chegou, a todo vapor, a cidade do Assú possibilitando, deveras, a diversificação na área de atuação gerencial, empresarial de alguns setores administrativos e empresariais espraiados pela cidade.

Neste processo está, claro, a ‘locadora’ secretaria de educação que derna do finalzinho do ano passado  resolveu entrar, com força, na área da construção civil. Pelo menos quatro escolas foram reformadas este ano e todas tiveram suas reformas realizadas por uma mesma empresa, a qual irá nos próximos cem dias reformar a caixa d´agua da escola municipal Mateus da Rocha, localizada no Sitio Trapiá, pela bagatela de quase trinta mil reais, ou seja, precisamente vinte e nove mil, setecentos e vinte e um reais e setenta e cinco centavos.

Né brinquedo não! E levando-se em consideração que nenhuma obra ou serviço realizado nessa área pela 'locadora’ foi concluído sem que se fizesse necessário um aditivo acrescentando o valor, essa caixa d’água deverá custar aos cofres públicos cerca de trinta e cinco mil reais.

Aaahh, os recursos sairão por conta da Caixa escolar controlada pela própria escola (que não possui gestão democrática) e a licitação foi homologada por uma integrante dessa Caixa, embora tecnicamente, tenha contado com o prestimoso auxilio da comissão de licitação da PMA para elaboração do edital e demais procedimentos burocráticos.

Pois ééé... cá prá nós, a Mateus da Rocha em breve orgulhará a comunidade do Trapiá, quiçá do Vale do Açu, por possuir uma caixa d’água monumental!

sábado, 10 de dezembro de 2011

Vereadores do Assú não se preocupam com o desenvolvimento da cidade

Esquisitamente mas previsivelmente, os homens que só dizem sim resolveram, em bloco, não participarem da audiência pública proposta pelo deputado estadual George Soares no plenário da Câmara Municipal do Assú, a qual aconteceu na manhã de ontem e discutiu o desenvolvimento sustentável do Vale do Açu. No entanto, e confirmando o ditado de que toda unanimidade é burra, os vereadores Odelmo de Moura Rodrigues e João Wallace da Silva resolveram furar o bloqueio e participaram da audiência pública.

Porém, a não participação de oitenta por cento dos edis em uma audiência que visava discutir o desenvolvimento do Assú veio apenas a corroborar a máxima dita aos quanto cantos da cidade de Salete de Olga de que a preocupação com a melhoria das condições de vida da população assuense é algo que nunca esteve em pauta na ‘lotada agenda’ dos edis assuenses. No máximo e sempre, a preocupação que norteia nossos generosos edis é a da descoberta de meios que possibilitem o atendimento da necessidade urgente de se conseguir um novo cargo comissionado ou outras benesses para seus parentes mais próximo.

Beeeemmm, ‘caminhar’ junto com o prefeito é definitivamente a outra preocupação que embaralha a cabeça dos nossos domados edis. Aahh, a segunda preocupação está intimamente ligada ao sucesso da primeira.
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Já o prefeito do Assú mandou o ouvidor municipal para representá-lo, o qual aproveitou os momentos iniciais antes de ser convidado para participar da mesa para fazer as vias de fotografo. Nenhum outro secretário municipal. Nem mesmo o de turismo ou de agricultura. Tudo bem, se o secretário de turismo não se deu ao deleite de participar das reuniões do Polo Costa Branca ia ‘perder tempo’ discutindo o desenvolvimento do Assú, em casa? Claro que não. Já o emperrado secretário de agricultura deve, deve... ter ido passear com o irmão vereador. Ééé...fazer o que?

Será que é por essas e outras que tem tanta gente querendo se candidatar a vaga de vereador? Historicamente os eleitos a esse cargo em Assú sempre passam por uma revolução pessoal e familiar. Aaahhh, logicamente, para que a revolução possa ser positiva faz-se necessário ser aliado incondicional do prefeito, claro.

Em tempo: o prefeito de Carnaubais, Luizinho Cavalcante fez-se presente à audiencia pública. Aliás, Luizinho sempre comparece aos eventos que visam discutir ações e alternativas de desenvolvimento do Vale do Açu.

Cordel no Praia Shopping

Convocação dos aprovados no concurso da Câmara do Assú, à vista

O presidente da Câmara do Assú, Odelmo de Moura Rodrigues, reunia-se-à na próxima terça feira (Dia de Santa Luzia) com a doutora Fernanda Guerreiro, promotora da cidade, para tratar de assuntos relativos a convocação dos candidatos aprovados no concurso público realizado pela Câmara, no inicio do ano, e que teve um item questionado juridicamente após a homolgação do resultado, por um advogado que ficou classificado na primeira suplencia do cargo de procurador.

Em razão deste questionamento (dois candidatos ficaram empatados na primeira classificação e o mais velho foi O escolhido, como rezava o Edital) Odelmo de Moura Rodrigues decidiu por não convocar, ninguém. Simples? Simples até demais. É só penalizar os que passaram e... bem simples!

Maasss, segundo Odelmo, se a promotora expressar opinião favoravel (o contrário juridicamente é bem dificil) a contratação dos demais candidatos enquanto opina em relação a querela do cargo de procurador, a coisa também será simples: convocará na quarta feira, Dia dedicado ao Ministério Público, os aprovados e habilitados a assuimirem as vagas ofertadas no primeiro e único concurso público realizado pelo legislativo assuense. Saravá!!!

Portanto, concursados, avexem-se, quarta feira vocês serão convocados!!!

Vestibular da Uern 2012

As inscrições, para o vestibular 2012 da UERN jã começaram e  prosseguirá até o dia 30 de dezembro. Este ano a UERN ampliou o número de vagas, oportunizando a mais estudantes o acesso ao ensino superior. Para inscrever-se acesse o site da UERN, leia as instruções e... BOA SORTE!

As provas serão realizadas nos dias 04 e 05  de março de 2012 e a taxa a ser paga pelos concorrentes é de cento e dez reais.

O aumento das vagas é consequência da abertura de cursos de educação fisica e letras em Mossoró, de Letras em Patu e de geografia, em Assú.

Dinheiro na conta

Numa clara demonstração de que acredita que ainda pode reverter o quadro de sua impopularidade entre os natalenses, a prefeita Micarla de Sousa antecipou o pagamento do décimo terceiro salário dos funcionários municipais. Tal antecipação causou espanto, uma vez que grande parte do funcionalismo municipal recebeu, com atraso, o salário relativo ao mês de novembro.

Agora esperar que tal demonstração seja extensivo as areas de saúde, educação, urbanização... visto que, cá prá nós, a coisa tá feia! 

Maasss... Micarla já afirmou, por diversas vezes (embora ninguém acredite) que 2012 tudo será diferente!

Boa tarde

“Que a gente se divirta sem se matar, que ame sem se contaminar, que aprenda sem se enganar, que viva sem se vender”.
Lya Luft       

Hoje, em Assú



Lançamento de documentário sobre Renato Caldas


A população do município de Assu conheceu na noite desta sexta- feira a obra videográfica que versa sobre a vida e obra do maior poeta da história da cidade, Renato Caldas. “O rebuliço de Renato Caldas na terra dos poetas”, documentário sob direção e produção de Ádala Dayane e Jobielson Silva. Durante 32 minutos o documentário contou por meio de depoimentos de contemporâneos do poeta, fatos que marcaram a sua trajetória em Assu, no estado e em várias regiões do país. Dentre os tais que vivenciaram e relataram os momentos da vida de Renato, destacam- se o historiador Ivan Pinheiro, o ex- prefeito Ronaldo Soares e o professor Aldo Cardoso de Lima, amigo pessoal e profundo admirador da seu trabalho. 


Todos os colaboradores da referida obra, bem como os expectadores que acompanharam o seu lançamento foram agraciados com uma cópia do documentário em DVD.
Outro evento realizado na noite desta sexta- feira em Assu, foi a 2ª edição da Noite dos boêmios assuense que reuniu vários artistas locais com um foco musical voltado a MPB. Tal programação abriu oficialmente a agenda de festividades alusivas ao fim de ano, que ainda terá a realização do projeto “Um piano na estrada” trazendo pela primeira vez ao município o pianista Arthur Moreira, na noite desta terça feira (13/12) a partir das 19:30h. 


De acordo com o calendário elaborado pela administração municipal, o encerramento se dará no dia 31 do mês em curso, quando da passagem de ano na Praça São João Batista com a realização do Reveillon animado pelas bandas Forró dos 3 e Pisada de Bacana.


Texto e fotos: Blog FIQUE SABENDO

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Pendências em festa: programação


08 de Dezembro - Quinta feira
Irmão Lázaro (Show Evangélico)

09 de Dezembro - Sexta feira

Show Humoristico com Carimam (vencedor do Quem Chega lá do programa do Faustão)
Forró dos Artistas da Terra
Forró Invenção do Papai

10 de Dezembro - Sábado

Alcymar Monteiro
Banda Feras
Forró Me Chame

11 de Dezembro - Domingo

Banda Magnificos
Banda Axé Mais
Saia Rodada

12 de Dezembro - Segunda feira

Forró da Tradição
Bonde das Gatinhas
Garota Safad
a

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Convite




A Câmara Municipal de Assú, em parceria com a Assembléia Legislativa, através do mandato do deputado George Soares, e o apoio do Campus da UERN, têm a honra de convidá-lo(a) para participar da segunda audiência pública sobre o tema “Desenvolvimento Sustentável do Vale do Açu”, a ser realizada no dia 09 de dezembro de 2011, a partir das 09h00, na sede do legislativo assuense, localizada à Travessa Dr. Pedro Amorim, s/n.                     

Felipe Maia comemora aniversário em projeto socia


O deputado federal Felipe Maia comemora nesta quarta-feira (07), mais um aniversário. Como em anos anteriores, o deputado festeja a idade em comunidades e projetos sociais da capital. Em 2011, Felipe Maia celebra ao lado das crianças e adolescentes do projeto Ilhas, localizado na Cidade Alta.


Como estará em Brasília na data, o deputado só receberá a festa na sexta-feira (09). O evento acontecerá às 10h e, também contará com a presença de amigos e a equipe que trabalha com o parlamentar.



Sobre o projeto Ilhas:


A fundação tem como missão melhorar a qualidade de vida dos atendidos. O projeto existe há quatro anos em Natal e atende cerca de 180 crianças e adolescentes provenientes das comunidades do Paço da Pátria, Maruim e do bairro de Mãe Luiza. No programa, os beneficiados recebem aulas de reforço, informática e capoeira.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Natal em Nata (sob o jugo de Micarla): Programação

O Grande Desfile do Natal em Natal
(26, 27, 28, 29, 30 – Ao redor da Praça Cívica)

Um Presente de Natal
(15, 16, 17, 18 – No Anfiteatro do Campus)


Festival de Cinema de Natal
(6,7,8, 9, 10, 11, – Moviecom Praia Shopping)

Quebra Nozes com Ballet municipal
(21, 22 e 23 – No Palco da Praça Cívica)


Ballet Popular
(21, 22 e 23 – No centro da Praça Cívica)


Aniversário da cidade – Espetáculo Natal canta Natal - Show banda
sinfônica e artistas locais (25 – Área de Lazer Panatis)

Jesus in Concert
(22 e 23 – Área de Lazer Panatis – 24 na Árvore do Mirassol

Espetáculo Um Sonho de Natal
(16, 17,18, 20, 21, 22 - Parque da Cidade)


12 a 25 (Árvore Mirassol); 19 a 25 (Árvore Zona Norte)

Réveillon – Queima de fogos e shows
(31 de dezembro – queima de fogos na praia de Ponta Negra e Ponte
Newton Navarro e shows nas praias de Ponta Negra, Meio e Redinha)

Festa de Reis
(6 de janeiro – Santos Reis – Procissão, missa e shows

Cantos de Natal (Feirinhas da Árvore)

Carnaubais: Inauguração da Praça Olavo Montenegro

domingo, 4 de dezembro de 2011

Morre, no inicio desta manhã o jogador Sócrates






Doutor Sócrates não morreu, nem morrerá, deu só um calcanhazinho de adeus


TE AMO PRA SEMPRE, DOUTOR.
TU FICAVAS PUTO QUANDO EU CHORAVA UM POUQUNHO NAS NOSSAS COMOÇÕES DIVIDIDAS. 
TU FICAVAS PUTO MAS TAMBÉM LACRIMEJAVAS UM TANTIM.
CHORO, MEU FILÓSOFO, CHORO UM SÃO FRANCISCO INTEIRO POR TI, MAS COMO NÃO CELEBRAR NOSSOS TANTOS CHORINHOS NA MADRUGA DA EXISTÊNCIA.
COMO NÃO MORRER UM POUCO CONTIGO, MAS TAMBÉM COMO NÃO ESTAR MAIS AINDA VIVO POR ISSO.
COMO TU DIZIAS, DEPOIS DAS INTERNAÇÕES:
- TE ASSUSTA NÃO, XICÃO, A GENTE VEIO DE LONGE E TÁ É NO LUCRO! AQUI NA TERRA NUM TEM BONITEZA QUE DÊ JEITO... E OLHE QUE SOMOS LINDOS!
DESCANSE EM PAZ MEU AMIGO DO PEITO E DE TANTOS CHORADOS RIBEIRÕES.
SE TIVER UMA FOLGUINHA, MEU IRMÃO, DESÇA PRA GENTE APRONTAR DE NOVO JUNTOS.
A GENTE SE ENCONTRA, MEU VELHO, PRA CANTAR DE NOVO, EM PORTUNHOL, CLARO, A LONGA ESTRADA DA VIDA DE MILIONÁRIO E ZÉ RICO!
BEIJO MAGRONES!
INTÉ AMADO FI DE RAPARIGA, COMO SEMPRE TE CHAMAVA.
VOU VIVENDO E NÃO POSSO PARAR, NA CERTEZA DE SER CAMPEÃO, ALCANÇANDO O PRIMEIRO LUGAR.
VAI, DOUTOR, DÁ AQUELE CALCANHARZINHO-MIGUÉ SÓ PRA DEIXAR DEUS COM AS BARBAS MAIS BRANCAS AINDA!
SALVE O TEU SANTOS DE MENINO, SALVE O TEU BOTAFOGO DE RAPAZ, SALVE O TEU CORINTHIANS ETERNO!

- Texto escrito por Xico Sá


sábado, 3 de dezembro de 2011

Boa noite!

Por que hoje é Sábado


Edis disseram sim e... novas férias

Antes das merecidas férias, os incansáveis, atentos... edis do Assú aprovaram, por unanimidade, claro, alguns projetos de leis e um projeto de lei complementar. Todos aprovados na integra, com ou sem erros de “gramaticação”. Os vereadores Odelmo, Manoel Botinha e Wallace não participaram da última sessão, a qual aconteceu na última quinta feira, pela manhã e as aprovações se deram de forma rapidíssima, sem discussões e sem leitura, claro.

Dentre os projetos de lei aprovados está um que realiza a doação de dois terrenos no distrito industrial a Associação dos Transportes Alternativos do Vale do Assú – ATAVA. A doação deixa claro que a Associação tem exatos dois anos para diversificar sua área de atuação econômica, instalar e por em funcionamento uma unidade fabril, nos terrenos doados, caso contrário, a edilidade os tomará.

Em tempos de globalização, diversificar a área de atuação econômica não é tão ruim assim, né mesmo?

Aaahh, os outros projetos de lei aprovados se referiam a denominação de ruas, alguns nomes de ruas, inclusive já aprovados por essa mesma Câmara, em tempo idos.

No entanto também foi aprovado uma lei complementar que cria alguns cargos no âmbito da ‘locadora’ secretaria de educação.

Os cargos criados são de maestro e de músico, ao todo, meia dúzia e custarão aos cofres públicos quatro mil e quinhentos reais mensais, sem os encargos.

A necessidade dos cargos criados justifica-se no imperativo da PMA efetivar o Quinteto Varzeano, o qual buscará difundir a música em crianças e adolescentes cadastrados no CENEC e uma vez ou outra, tocar na abertura de algum evento patrocinado pela PMA. Se imaginarmos que 2012 é um ano de muitas inaugurações, podemos imaginar a trabalheira que o Quinteto terá e o pouco tempo a ser disponibilizado para a bendita difusão acima pretendida.    

Vamos concordar: a desintoxicada, repetitiva e anêmica política cultural da PMA não tem muito o que reclamar quando o assunto é corpo funcional, escolhido a dedo, para executá-la. O que tem de gente contratada, comissionada e gratificada a difundir-la, né brinquedo não!!

Os contratos aprovados por unanimidade pela Câmara valerão até 31 de dezembro de 2012 e o grupo, segundo a lei, tem caráter experimental. Beeemm, um grupo criado por lei e com integrantes a serem escolhidos, a dedo em ano eleitoral, só pode ser experimental, né mesmo?

ASSÚ Open de Futsal



quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Hoje, Dia Mundial de combate a AIDS


Sexta Cultural em Carnaubais

A abertura da Festa de Santa Luzia, padroeira de Carnaubais, acontecerá amanhã com mais uma edição da Sexta Cultural, evento que visa incentivar os artistas locais bem como propiciar a comunidade carnaubaense, momentos de lazer, entretenimento... congraçamento.

Essa nova edição da Sexta Cultural contará com a apresentação musical de Dodora Cardoso, além de apresentações artístico/cultural das inúmeras ‘prata da casa’. Dodora, que é excelente cantora, deverá mesclar seu rico repertorio com algumas músicas da carnaubaense Núbia Lafaiete, numa justa e merecida homenagem a esta artista que tanto sucesso fez pelo Brasil afora.

A Sexta Cultural especial de dezembro acontecerá na praça principal de Carnaubais, localizada no centro da cidade e começará lá pelas oito horas da noite.


Pesquisa TELEDATA: ASSÚ

Como o Sr(a) avalia a administração do Prefeito IVAN JÚNIOR de um modo geral? – em percentual
Ótima 26,00
Boa 36,64
Regular 26,24
Ruim 6,15
Péssima 2,36
Não sabe/Não respondeu 2,60

O Sr(a) aprova ou desaprova a forma como o Prefeito IVAN JÚNIOR vem administrando o Assú? – em percentual
Aprova 80,85
Desaprova 19,15

Como o Sr(a) avalia a administração da Governadora ROSALBA de um modo geral? – em percentual
Ótima 5,91
Boa 21,75
Regular 27,42
Ruim 14,42
Péssima 22,93
Não sabe/Não respondeu 7,57

Como o Sr(a) avalia a administração da Presidenta DILMA de um modo geral? – em percentual
Ótima 13,95
Boa 45,63
Regular 23,40
Ruim 5,44
Péssima 5,91
Não sabe/Não respondeu 5,67

Em quem o Sr(a) votaria para PREFEITO se a eleição fosse hoje?
- ESPONTÂNEA - – em percentual
Ivan Júnior 50,59
Ronaldo Soares 16,55
Fátima Moraes 3,07
George Soares 1,42
Danúbio 0,71
Wálace 0,47
Ivan Pinheiro 0,24
Branco/Nulo 1,18
Não sabe/Não respondeu 25,77

Em qual desses candidatos o Sr(a) votaria para PREFEITO se a eleição fosse hoje? – em percentual
Ivan Júnior 56,97
Ronaldo Soares 18,68
Fátima Moraes 8,51
Wálace 1,18
Danúbio 3,07
George Soares 1,89
Ivan Pinheiro 0,24
Indecisos 2,84
Brancos/Nulos 2,36
Não sabe/Não respondeu 4,26

Em qual desses candidatos o Sr(a) não votaria de forma alguma para PREFEITO se a eleição fosse hoje? - REJEIÇÃO - – em percentual
Ivan Júnior 14,42
Ronaldo Soares 22,70
Fátima Moraes 25,06
Wálace 8,04
Danúbio 4,02
George Soares 3,07
Ivan Pinheiro 4,02
Não sabe/Não respondeu 18,68

Obs.: O instituto TELEDATA realizou esta pesquisa nos últimos dias 26 e 27 de novembro, ou seja, no último final de semana e ouviu 423 pessoas nas zonas rural e urbana de Assú. A margem de erro da pesquisa é de 3%.

Dentre as 423 pessoas ouvidas pela TELEDATA, cerca de 45% não estudaram ou concluíram o ensino fundamental. Cinqüenta por cento são mulheres e cerca de 75% moram na zona urbana de Assú. Bem como cerca de 65% tem idade máxima de 44 anos.

De mais a mais, os números divulgados ontem pela TELEDATA, não diferem muito dos números apresentados na última pesquisa a não ser nos itens relativos a aprovação do governo de Rosaba Ciarline, os quais andam seguindo a tendência estadual bem como no item, fechado, sobre a aprovação do governo Ivan Júnior - a grande novidade da pesquisa -, uma vez que menos de 9% dos entrevistados creditam os conceitos ruim e péssimo a administração de Ivan Júnior e quando esses mesmos entrevistados são perguntados, sem muitas opções de escolha, sobre se a aprova ou não, cerca de 19% responderam que desaprovam.

Outro dado importante da pesquisa é a lembrança do nome de Ivan Pinheiro no eleitorado assuense. Ivan Pinheiro somou exatos 0,24% tanto na quesitação espontânea quanto na estimulada. Já o número de indecisos e dos que ainda não escolheram um candidato para administrar Assú  a partir de janeiro de 2012 é basicamente o mesmo das pesquisas anteriores.

Aaahh... a pesquisa apresenta outra surpresa: mesmo propagando aos quatro ventos que é candidato a chefia do executivo assuense, o nome de Herval Tavares não constou na pesquisa.