terça-feira, 24 de março de 2026

Ministério da Agricultura Familiar e Governo do RN assinaram convênio durante Seminário do Programa Nacional do Crédito Fundiário

Durante a abertura do ‘Seminário Nacional do Crédito Fundiário – Acesso à terra, Sustentabilidade e Segurança Alimentar: O Novo Ciclo do Crédito Fundiário’, nesta quarta-feira (24), os governos Federal e do RN firmaram importantes parcerias que irão beneficiar a agricultura familiar, com aproximadamente R$ 4 milhões em investimentos.

Na solenidade, o titular da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar (Sedraf/RN), Alexandre Lima, e o coordenador nacional do Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF), Hebert Rodrigues – que representou o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), entregaram e assinaram os seguintes documentos: contratos de aquisição de imóveis para agricultura familiar, um acordo de cooperação técnica entre os entes governamentais, além de lançarem o Edital de Subprojetos de Investimento Comunitário (SIC).

Os contratos de aquisição de imóveis rurais, que acontece via PNCF, foram para um grupo de 11 famílias de agricultores e agricultoras familiares dos municípios de Upanema e Carnaubais, e serão utilizados para desenvolvimento de atividades produtivas, tais como: aquisição de bovinos, ovinos e suínos; construção de infraestrutura de estábulo e pocilga; espaço de suporte forrageiro para os animais; plantação de fruticultura irrigada (caju e banana); aquisição de usina de energia fotovoltaica e a perfuração de poço tubular, que será utilizado de forma coletiva.

Isso representa um investimento federal de aproximadamente R$ 2,9 milhões, em áreas de mais de 345 hectares, adquiridas por essas famílias. De acordo com o titular da Sedraf, o PNCF é uma das mais relevantes políticas públicas do Brasil. “O Crédito Fundiário leva dignidade a quem vive do campo e oferece condições de que o trabalho aconteça com dignidade, uma vez que oportuniza investimentos relevantes para o desenvolvimento desse segmento, bem como sua modernização e a sucessão entre gerações de homens e mulheres do campo”, afirmou Alexandre.

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