O objetivo é criar um cenário para que empresas contratem mão de obra carcerária. Isso pode ser feito por meio da contratação de apenados ou através da instalação de empresas dentro do sistema penitenciário.
O secretário Pedro Florêncio explicou que para manter o sistema seguro e sob controle, é preciso promover ações de ressocialização dos internos por meio de educação, capacitação e trabalho.
O major Avelino, chefe de gabinete de Segurança Institucional da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap), conduziu o encontro, com a apresentação de projetos semelhantes que estão em funcionamento em outros estados brasileiros.
Atualmente, cerca de mil internos com bom comportamento participam de cursos de capacitação promovidos pelo Serviço Nacional de Aprendizagem (Senai) por meio de contrato com a Seap.
Uma nova reunião entre o Governo do Estado e as empresas interessadas em aderir ao programa foi agendada para a próxima semana.
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