“Isso os Maranhão fizeram, o pessoal do Seridó, os Lamartine. Consistia em permitir que lideranças sem vínculos familiares com a oligarquia dominante pudesse ascender também e ter espaço, e os Alves precisam apartar o sangue para manter a liderança, senão eles vão ter essa liderança cada vez mais questionada”, explica o professor.
Segundo ele, o momento é de clara insatisfação dos membros partidários pela falta de espaço no partido. “Henrique, embora seja ministro do Governo Federal, ele perdeu uma eleição importante. As duas grandes lideranças, que são Henrique e o Garibaldi, naturalmente estão envelhecendo, estão querendo preparar sucessores; o Felipe Alves e o Walter Alves seriam alguns desses e isso gera uma disputa interna. Os outros grupos começam a reivindicar lugar nisso aí”, analisa.
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